Filmes de Terror.


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Indo ao que nos interessa, hoje eu vou falar sobre os filmes de terror. Já que estamos próximos do Halloween, esse assunto simplesmente não pode faltar.

Ontem, demos dicas para fazer o seu próprio Halloween. Por que não incrementar então com um pouco de terror e suspense?

Para quem não sabe, os filmes de terror começaram a existir desde que o cinema era cinema, mais precisamente entre o ano de 1986.

Todo mundo já deve ter ouvido falar sobre o famoso Conde Drácula, Frankenstein, além de outros personagens que se resumem a fantasmas, demônios, monstros e múmias, afinal, filmes com esse tema é o que realmente não falta.

O cinema do terror teve um de seus primeiros longa metragem com o filme alemão de F.W. Murnau, no ano de 1922, com Nosferatu, mal sabendo ele que com sua obra mudaria a história do cinema.

Ao contrário do notável Conde Drácula, Nosferatu não possuía lá o que eu diga de muito glamour e requinte, na verdade era bem esquisito, mostrando uma personalidade de vampiro que não se vê mais hoje (Crepúsculo).

Reza a lenda que quando o filme foi lançado na Alemanha, as pessoas tinham medo do Nosferatu, pois acreditavam que ele realmente existia. (?)

Para a época, Nosferatu realmente foi uma novidade, apesar de Georges Méliès já ter apresentado ao cinema o chamado efeito especial com uma de suas obras mais famosas, Viagem à Lua.

Apesar de algumas dificuldades para que os filmes com esse gênero engranassem, o cinema teve o privilégio de conhecer algumas lendas que mudaram para sempre a história deste mercado cinematográfico.

Um nome importante do qual é válido ser destacado, é o do ator Lon Chaney, mais conhecido como “O homem de mil faces”. Sua fama se concretizou pelo fato de ter interpretado personagens realmente conhecidos, como Quasímodo e o Fantasma da Ópera. Clássicos que mudaram a história do cinema mudo e que ninguém deveria deixar passar em branco.

Outra figura extremamente importante, tão importante que será citada NOVAMENTE, é um dos meus maiores ídolos do cinema Georges Méliès.

Digamos que o cara era pau para toda a obra. Desenhava os figurinos dos atores, escrevia os roteiros, desenhava os projetos dos cenários e como cada objeto que iria interagir com os personagens, dirigia os filmes, até mesmo chegou a pintar alguns rolos, deixando-os coloridos. E claro, ele também tinha que atuar em seus próprios filmes!

Está bom ou quer mais?

Méliès também foi o primeiro a encarnar o dito cujo Diabo em “A Mansão do Diabo”.

Foi então que a partir da década de 30 o cinema macabro dirigiu sua atenção para lendas européias, como Drácula e até mesmo nosso amigo Frankenstein, de Bram Stoker e Mary Shelley, respectivamente, retratando assim, o estilo ultra-romântico da arte e da literatura.

Os filmes de terror ficaram um bom tempo em alta, se não fosse a 2ª Guerra Mundial, já que o terror dessa vez estava sendo real para todas as pessoas da humanidade.

Apesar dos altos e baixo os filmes de terror nunca perderam sua repercussão.

Na minha humilde opinião, porém, acredito que atualmente os filmes de terror foram perdendo sua qualidade em quesito de histórias e criatividade. Vivemos em uma época de alta tecnologia, fornecendo uma ampla variedade de super produções de explosões e muito sangue. Mas e a história? E o envolvimento com telespectador?

Um bom exemplo disso é o filme Psicose, aquele da cena clássica das facadas, lançado na década de 60. O filme gerou um custo de 800 mil dólares para um faturamento de 50 milhões e foi eleito o 11º melhor filme do mundo inteiro!

Aliás, um filme que eu indico!

Como vocês podem ver, 800 mil não chega nem perto do que se gasta com um filme repleto de tecnologia e efeitos especiais, porém, o filme conquista pela sua habilidade de envolvimento com o telespectador, levando-o a pensar sobre os personagens, o que representa cada um deles, sem ter a mínima noção de como seria o desfecho de todo o enredo.

Particularmente, acho que os filmes atuais estão um pouco carentes disso. Lógico que as produções com gráficos maravilhosos enchem os olhos de qualquer um, mas exatamente por se preocuparem tanto com a aparência dos filmes, o enredo e o envolvimento se perdem, pelo menos, em sua grande maioria.

Aproveitando então para falar dos filmes atuais, na última sexta-feira, dia 19 de Outubro, tivemos o lançamento do filme Atividade Paranormal 4.

Particularmente, gosto muito dos filmes dessa série e acho que o diretor Henry Joost foi muito inteligente ao prender a atenção de seu público.

O filme tem seus pontos positivos inicialmente por mudar drasticamente a trama de sustos dos filmes anteriores, não havia mais aquela antiga fórmula: Luzes piscando, televisões ligando sozinhas, cortinas balançando… Ao contrário, gostei muito da ideia de terem colocado também os sensores de movimento do Kinect do Xbox como uma forma também de filmar a casa, além das filmagens utilizando os notebooks, modificando de forma muito inteligente a forma de ver o filme e as expectativas com o que iria acontecer em cada cena.

Além de claro sempre induzir o público ao erro, criando bastante envolvimento com a trama.

O filme parte do final do 2º da série, onde a personagem Katie mata a irmã Kristi e o cunhado, levando consigo seu sobrinho Hunter.

Agora Katie está de volta…

O que ela quer?

Assistam o trailer!

E se você é fã de uma boa história de terror, aí vai uma dica da Ideal Shop para você: