8 livros banidos de bibliotecas e livrarias.


Se você é daqueles que acredita que tudo o que é proibido é mais gostoso, VEM COM A GENTE! Selecionamos algumas obras literárias que foram consideradas má influência na época de seu lançamento. O mais legal?! Nos EUA, a Associação Americana de Bibliotecas incentiva os jovens a lerem livros que foram protestados como forma de assegurar a liberdade de escolha então CHUPA SOCIEDADE =P

“Alice no País das Maravilhas” – Alice, o coelho apressado, o gato de Cheshire, a lagarta fumante e toda uma sorte de personagens fantásticos, absurdos e adoráveis do autor britânico Lewis Carroll chegaram às prateleiras das livrarias em 1865 e estão no imaginário das crianças de todo o mundo desde então. Menos na China, aonde o livro foi banido por dar aos animais as mesmas qualidades que os homens e colocá-los no mesmo nível.

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“A Revolução dos Bichos” – George Orwell mostrou a sua decepção com a antiga União Soviética de forma cômica neste livro lançado em 1945. Depois disso, o livro foi banido das bibliotecas na década de 60 e em 80 sofreu acusação de ser pró-comunista. Não parou por aí…A perseguição prossegue: em 2002, o livro foi retirado das escolas dos Emirados Árabes sob a acusação de conter elementos que vão contra os valores islâmicos e árabes.

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“1984” – George Orwell é mestre em ser mal interpretado e, quando lançou “1984”, teve os exemplares retirados das livrarias nos EUA por ser considerado pró-comunismo, enquanto, na Rússia comunista, o livro foi visto como uma obra anti-regime vigente. Enquanto isso, no resto do mundo, Orwell foi considerado um gênio ao mostrar um mundo distópico em que os cidadãos eram amplamente vigiados por seu governador.

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“Lolita” – A história de um professor que se apaixona pela enteada, de apenas 12 anos, fez o clássico ser considerado na época uma obra obscena em países como a França, Inglaterra, Argentina e Nova Zelândia. Ainda assim, ganhou duas adaptações cinematográficas; uma do Kubrick (1962) e outra de Adrian Lyne (1997).

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A série de livros do “Harry Potter” foi o maior fenômeno moderno da literatura entre os adolescentes – e até entre gente mais crescidinha. No total, os sete títulos de J.K. Rowling venderam 400 milhões de exemplares no mundo todo. Mas não é unanimidade a afeição pelo mundo mágico de Rowling: nos Emirados Árabes Unidos, a coleção foi censurada por, supostamente, incentivar a bruxaria. No ocidente, a história dos alunos de Hogwarts foi alvo de protestos de líderes religiosos do Brasil e, nos EUA, entrou na lista das obras que receberam vetos. Algumas escolas mais conservadoras dos Estados Unidos baniram a leitura dos livros em seus domínios.

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“Gossip Girl” – Cecily Von Ziegesar fez sucesso ao contar em volumes lançados a partir de 2002 a rotina dos adolescente ricos e glamurosos de Nova Iorque.  Alguns volumes da série, no entanto, foram banidos, pois alguns pais achavam que temos como sexo, drogas e álcool são coisas de adulto.

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“Crepúsculo” – A romântica – e sangrenta – história de amor entre a mortal Bella e o vampiro Edward não escapou do julgamento de pais americanos mais tradicionais. A série de livros de Stephanie Meyer, está na quinta posição do relatório anual de livros proibidos nos EUA. Os romances da autora causam desconforto por, supostamente, terem apelo sexual forte e por tratarem de assuntos sobrenaturais.

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“Jogos Vorazes” – Acredite: a trilogia foi alvo de muitos protestos por conter elementos como violência, insensibilidade e linguagem ofensiva.

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Curte uma leitura esperta?!

Se liga nos últimos lançamentos da Edições Ideal: